A Comemoração do Caderninho
Tenho uma amiga muito sábia que sempre me lembra que não dá para ser feliz o tempo inteiro, mas dá para ser feliz todo dia. E hoje eu tenho um motivo especial para ser feliz, tanto que o efeméride tem até nome: Comemoração do Caderninho.
Acontece que eu nunca me entusiasmei muito com as ideias de “escritório sem papel”, porque eu preciso de papel e caneta para desempenhar minhas funções diárias. São milhares de pequenas notas, dos mais diversos tipos, que não sou trouxa de achar que só a memória é suficiente, mas que tampouco justificam a “permanência” em algum arquivo digital (sou assinante premium do Evernote, e recomendo).
Como não sou artista, nem gosto de torrar dinheiro à toa, em vez de comprar os lindos , charmosos e supervalorizados moleskines eu prefiro me virar com um caderninho, mesmo, desses que a gente compra bem baratinhos em qualquer papelaria.
E, hoje, utilizei a última página em branco do meu caderninho do Eric Cartman, e estreei um novinho em folha, do João Bafo de Onça.

Pelos meus cálculos, lá para 2016 estarei aposentando o Bafo de Onça também, e saberá Deus qual vai ser o personagem que vai me acompanhar por mais um triênio de anotações esporádicas, descartáveis, mas nem por isso menos importante.